Re´nuncia pulsional
"Sua majestade o bebê" continua reinar pela idade adulta reivindicando privilégios, satisfação ilimitada e furtando-se de qualquer solicitação de que assuma responsabilidade por seus atos e sua vida. E o segundo personagem (minha mãe), o objetivo é o mesmo - colocar-se na pele de vítima é uma formula fácil de se esquivar ao compromisso com as dificuldades e as dores do existir, colocando nas mãos dos outros a culpabilidade pelo sofrimento pessoal. A falta dos pais em querer dar aos filhos privilégios materiais desejam deixar por esse motivo a herança da deliquência juvenil. A falta dos Pais deslizou para a realidade da 'falta de paz'. Agora é encarar a concreta homofonia. Adentrar aquele lugar não me foi tarefa fácil. Pessoas completamente fora da consciência, pessoas sem 'elite', pessoas literalmente fora de qualquer perspectiva de vida humana. Completos resíduos humanos de nós mesmos. Ver a destruição de uma pessoa que amamos, abandonado a si próprio, em sua...