terça-feira, 15 de agosto de 2017

LÁ É O POÇO DA MENTIRA

Lá, você vê amor...Não ira acreditar como ele é dissimulado.
Lá, tem aquela menina que finge a intelectualidade moderna na mesmice maldade da ama de leite mãe criadora;
Lá, você ate consegue acreditar que o amor é daquela forma, mais ele é tenebroso, especulador e mau;
Lá, você vê pequenas donzelas imaculadas esperando a hora de se embebedar ao veneno potenciador dos próprios males criadores;
Lá, você se envereda por jardins coloridos de plantas carnívoras;
Lá, a maldade que manda no reino das invenções;
Lá, você encontra o sexo em três dimensões, pueril, animal, e cravado nas trevas humanas;
Lá, você vê toda a mentira raizada, toda mentira fingida e toda mentira própria daquilo que na se é;
Lá, é tao lá que não vale a pena ter estado lá;
O PIOR LUGAR QUE PUDE SALVAR MINHA POBRE ALMA DOS ANIQUILADORES SEM AMOR;
Sabe o que é ser sobrevivente do demônio?
SANTAS SÃO AS ARMAS QUANDO SOMENTE NELAS HÁ ESPERANÇAS 

O QUE TE LIVRA DO SUICÍDIO

4 comentários:

Lady Fly disse...

E lá se vão 15 anos.
E você continua com o brilho de seus pueris textos.
Que lindo ver que as atribulações da vida não corromperam a menina que ainda habita em você.

Que bom ter te conhecido.

m.s.g disse...

Em 1991 eu estava na quinta série do ensino fundamental.
Como sempre, fui observador e admirador das meninas da sala.

Ahhhhh!!..-Como eu dsejava conhecer uma menina com esses pensamentos!Ainda mais se todas as linhas fosse direciada a minha alma de amante do futuro.Então eu estaria sendo o mais feliz dos egoístas.
Surge aí, a sabedoria da espera pelo amor.

UM BEIJO....

"Eu queria que os corações das pessoas fossem mais do que computações mentais e que dentro deles
Existissem aquilo que faz o sentimento
Eu queria que a saudade não me sufocasse nem maltratasse
Eu queria apenas entender o amor. mas apenas entendo que o amor não se entende
O amor só se sente"


Você é o meu MÁXIMO DENOMINADOR COMUM....

Adão Braga disse...

Quem me dera encontrar certas agendas do passado... mas, não as encontrarei... fiz uma cerimônia de queima total... atei fogo em tudo e enterrei o passado escrito fotografado e agendado... não eram lembranças ruins, apenas me desfiz de tantos papeis...

Marcos S.Grama disse...

Eu,como admirador de alguns escritos deste meditatório e lúcido espaço,venho recitar que no anteposto comentário,feito por mim(m.s.g),foi colocado nas primriras linhas um pequeno e subjetivo período de transição juvenil,e que até hoje por devaneio pessoal eu mantenho.
Já que fui substimado por outrem que no anteposto foi de atitude plagiatória(coisa que jamais vou ser ou fazer).Mas isso simplesmente me fez lembrar que"Pra sermos um bons escritores,temos também que sermos bons leitores".Porisso,voltarei sempre que puder neste pequeno e rico espaço.
Por outro lado,é um meio de conter-me a saudade,admirando suas escrituras de;Doutora,mulher,mãe e (menina setentrional)que a cada passo,e tropeço de sua jornada de vida nos mosra um pouquinho do seu lindo ar de menina.


-Saudades de você.

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Andanças e mudanças

Muita coisa mudou, confiante que foi para melhor. Estou melhor.
Os adultos exigem razão, Palavras são perigosas. Tem um poder de engano infinito. Não só de engano, como também de feitiço.
Crianças nunca fazem perguntas para brincar. Para as crianças basta pouco, por isso são felizes. 
Cheguei num estado melhor de "gente", pelo menos para mim.
Acabou o contemplamento esperado que me fazia a ansiedade ser melhor e maior que eu. Apenas escrevo, nao mais te espero.
Ser feliz dá tempo.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Alma falando

Minha alma esta em descompasso do presente. Esta fora do eixo. Coisas que qualquer coisa faria questão de estar, de ter, de possuir, estou desfazendo-me. Nada mais me admira, eu nao quero o que todos querem, eu so quero o que minha alma permite. Novamente voltando em mim. Nada de luxo nem lixo, sendo esse ultimo o que me rodeia. Aqueles lixos intermináveis de peitinhos empinados e bundinhas de agachamento, Eu prefiro o peitinho que segura lápis e a bunda mole, que qualquer outro gesso dessa sociedade engessada.

RETORNO

AO QUERIDO APOCRIFO, SAIBA QUE RETORNEI, MAS NAO TIVE RETORNO.

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

O que fiz de mim...

Que há um gosto em mim em passear no passado é mais que notório. Assisto de mim.
Sensatez demais, comedimento demais, amarras e empecilhos, vivencias terríveis – e minha vida foi perdendo o sentido, me joguei num beco escuro molhado e com baratas. Por vezes ficava esperando a fera que imaginava existir dentro de mim. E colocava tudo a perder.

Cavando-me me torno de incertezas, abismos. Temo que isso pareça chorão demais, lamurioso para quem um dia ler. Mas não tenho outro modo de anotar os desassossegos daqueles anos sem Deus. Tudo quanto puder irei registrar, sem pretensão futura, nada importa – o belo e o bom – o terrível e o inconfessável – até o aviso de febre e frisson que essas divagações indigentes, devidamente picotada dentro da minha alma habita. Me consola que o amanhã será a liberdade. Alguém há de ler isso e o sentimento desse momento será partilhado e destruído. Por isso que escrevo, escrevo, escrevo. Para que nada senão cinzas do que foi o movimento da minha vida de alguns anos. Porque algumas vezes fui bailarina e pagã; outras casta e melancólica. Já fingi outras identidades, nomes e sobrenomes fictícios, eu me aberrava de mim. Até hoje não me alcanço entender o que se encontrava na dissolução e na insolvência moral em que me meti, ainda que por breve tempo – o espirito. O motivo para tamanha barbárie? O mesmo das tragédias do mundo – ciúmes, desesperações de amor, inconsistência de mim...Ainda penso que ser o que atravessa a vida olhando pra trás de si e tendo pena...Penso com os olhos e ouvidos. Eu sinto a verdade e sou feliz. E meus pensamentos são todos sensação. Eu sinto que sou o ar que flutua tendo por cima o céu e, a agua por baixo. Quem me dera ser o pó das estradas ou a madeira do barquinho que flutua totalmente em contato com a agua. Queria muito ser a flor que não pode esconder sua cor. E eu queria...

Para meu grande e fiel amigo Daozin...Não dizer que só foi um! Foram dois.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Sintética, ela está!

Isso é uma poesia sintética, não procure saber se estou bem, ou mal, não perca seu tempo lendo ate o final. Isso é só para quem sente. Os limites da inteligência são frequentemente mais restritos que os da burrice, que parece ser ilimitada....Entende? E a brisa não tem limites, nem na mais velocidade de um neurônio. Lágrimas são expressões bilaterais.Para nós humanos existem limites em todas as situações e as lágrimas são o sinal que este limite chegou. Lágrimas são a expressão máxima dos sentimentos e emoções, tanto para alegria quanto para tristeza. Por isso, acho que meu primo, que recente me visitou, deva entender porque chorei tanto sempre que ele me preenchia de alegria.Lágrimas são a alma e não há prêmio maior. Quem aceita menos que isso, não conhece onde pisa. Palavras... Palavras... Não há limites para recolhê-las. Não há limites para tecê-las. Só quero voltar a voar...Cheirar as nuvens, e desejar que o dobro exista para todos aqueles que os desejam a outrem...o dobro, não a maldade.