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Mostrando postagens de fevereiro, 2013

Relações passageiras

É, ontem o dia não foi tao brilhante. Pra mim foi, eu acho que não foi pra quem me critica. Não! Jamais serei  ríspida, posso ser aquela clássica "carioca" dos "porras" "caraca"...E se tirarem realmente do sério (coisa rara) sai uns filhos das vacas pra cima. Juro! Muito me zombam das minhas extravagancias, me rotulam de louca, maluca, doida, perturbada, e adjetivos que mais os agradem. Eu não me importo, estou satisfeita comigo mesma. Primeiro que eu nado (de nadar) todos os dias, quase que no mesmo horário (5:15 da manha) no mar que desde minha infância, sonhava em conhecer. Um dos mais lindos que vi nesse ainda pequeno trecho de vida. Dou imenso goles de vinhos e destilados misturado com aquela bebida que dá asas, sabe? Sempre em homenagens aos mais amáveis prazeres que sinto. E sinto que no fundo os amigos, aqueles mesmos que me rotulam, gostam da felicidade que lhes ofereço, do que falo e eles caem às gargalhadas. Não seria menos ridícul...

O silêncio destrói tudo

Detesto quando alguém usa minhas próprias palavras para dizer que aprendeu algo. Porque nesse instante eu posso ter ensinado o eterno (vir-a-ser em si), aquilo que pode vir a ser o prazer da aniquilação... -Mãe, o silencio destrói tudo! Eu percebo, e você me ensinou isso! Pior que o o mais corrosivo acido! Sempre achei o silencio o profundo pior esgoto fétido ante-palavras. Esse começo é singular sobre todas as medidas.  A mulher é indizivelmente mais má que o homem, e também  mais esperta; onde a bondade da mulher é uma especie de degeneração... E não adianta deixar recados contrários, porque deveríamos ser Homem e Mulher a mesma criação, não a re-criação, ou se preferir a re-creação intima dos olhos que despem através da pele.  A própria moral como sintoma de decadência  na qual, a essa altura, alem da lamentável conversa fiada sobre otimismo e pessimismo, eu...