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A vida que se tira, ensina alguem.

Já sei que só daí a meses conseguirei recomeçar, enfim, integralmente a minha própria vida. Que, quem sabe, nunca tenha sido própria, senão no momento de nascer, e o resto da vida tenha sido encarnações. Mas, não! Sou uma pessoa. E quando o fantasma de mim mesma me toma - então é um tal encontro de alegria, uma tal festa, que a modo de dizer choro em cada ombro que tenho. Depois enxugo as lágrimas felizes, meu fantasma se incorpora plenamente em mim, e saio como alguma altivez por esse mundo afora. Talvez quando eu saltar dessa terra provavelmente já terei esse ar de de sofrimento superado pela paz de se ter uma missão. E uso toda minha força para parecer ser frágil. Mas, falhou tudo! Estava no sitio de um amigo, chegou três senhoras com idade entre 50 e 60 anos. Puxamos conversa e, quase nunca tenha a oportunidade de conversar com pessoas nessa fase de experiências de vida . E meu desejo é de absorver a pessoa toda. Consegui. Uma delas disse : 'Meu marido se suicidou". - Re...

Tears In Heaven

Quando estava trabalhando, transcrevia biografias de pessoas que de repente passavam a ser elas mesmas, e mudavam inteiramente de vida. Isso era muito satisfatório. Mas, representa o meu maior perigo de vida, parece a entrada nova do desconhecido. Sim. Porque de alguma forma, instruía a mudarem seus pensamentos. Conforme os meus pensamentos, sendo que a metade das coisas que eu faria, não posso contar. Acho, por exemplo, que por um certo motivo eu terminaria presa na cadeia. E daria tudo que é meu, e confiaria o futuro ao futuro. Tenho uma amiga que diz que sou engraçada. Mas, ela não me vê nas entrelinhas. Não sou engraçada, sou espontânea demais, o que me torna engraçada. Me chamam de perturbada, maluca, doida. Suporto bem. Não é a toa que entendo os que procuram um caminho. Muitas das vezes, em mim. Prefiro falar, que são meus atalhos, porque hoje, já não ouso falar em caminhos. Apesar que o atalho que eu seja realmente eu, isso ainda não encontrei. Culpa da culpabilidade de ter nas...

Tempo Humano

Agora. Agorinha, estava postando um depoimento para a Beth Show ! Lamentos... E me surgiu a ideia, talvez a resposta para mim mesma. Do Por quê, de tantas diferenças familiares. Descobri que me viciei no estilo de Vicent van Gogh, ainda na infância . Na era do Pós-impressionismo. Os Pintores Pós impressionista, pintavam alem do que viam, eles pintavam o que sentiam, libertando, assim, suas emoções . Agora me entendi, porque sou tão tola diante daqueles que não vêem alem do que seus olhos enxergam. Van Gogh escreveu: " Eu não quero pintar quadros, quero pintar a vida... Estou tão feliz por uma descoberta que está em mim... Eu não quero escrever algo, eu quero escrever a minha vida!