Eu, por um milésimo de segundo, ou talvez mais, julguei que se tratasse do silencio noturno em pessoa. Fiquei esperando ele voltar, esperei, esperei e adormeci. Coisas do sono mal combinado. Acordei e deu uma imensa vontade de chegar ate o pátio da minha cobertura. O frio estava a 14 graus, chuva fina e muito sereno. Quase imediatamente compreendi que o *sereno* era um vigia noturno,uma especie de anjo da guarda interiorano e municipal. Tentei aguentar a coragem de permanecer ao frio, tremi, tremi...A solidão ou é matéria composta da liberdade ou a coletividade democrática do não entendimento. Minha degradação ao frio não tinha limites, reuni minhas forças e movimentei o corpo numa esperança de não sair dali e vencer o frio...Queria sentir o vento, aquele vento que sou. Entender entre a solidão e a liberdade e me prender sozinha possuindo um amor- próprio mas, querendo vence-lo a qualquer custo. Nunca imaginei ser tao amada. Meu g...