Eu sou o que escrevo
Cada um que passa e lê, é uma janela para o mundo de alguém. -Morre como se vive! Seria essa a resposta que, você que me lê, procurava em mim? Eu recebo e-mail vez outra, ou como critica, ou como elogio. Mas seu e-mail me intrigou, principalmente, pelo modo como me fez perguntas. Sinto-me (e o direito é meu) de responder aqui, no meu espaço sem paredes, sem colunas, nem portas ou janelas. Nessa janela que ao abrir, me direciona ao meu mundo, que é alem desse mundo que vivo. MORRE COMO SE VIVE! E, em suas pequenas questiúnculas, pude notar uma deselegância em suas palavras, um certo sentimento de inveja e repudia ao meu modo de escrever. Saiba que, eu não escrevo para você. Eu escrevo para alguém de outra janela. É para sua janela que eu escrevo, pois nela eu te vejo. Se você não se vende como escreve. Mesmo assim, eu acredito. Eu não preciso de sua verdade para continuar a minha. Eu não preciso de sua vida para seguir a minha. Eu, se te leio em algum lugar, não preciso de sua resposta...