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As flores do meu jardim são feias...

Depois de ouvir de todos os lados... Fiquei com aquela indagação inicial: Qual é a minha missão aqui na terra? É ser reconhecida? Aprender a aprender? Saber o significado da minha poiesis? Saber o significado entre erro e negligencia? Saber que não sei? Ser humilde? Saber aproveitar as oportunidades? Saber o tamanho que tenho dentro do planeta? Enfrentar o medo da mudança? Saber o que a satisfação faz comigo? Saber a velocidade das mudanças? Combater o bom combate? Confesso que não cheguei a uma conclusão definitiva. Talvez nunca chegarei. Ao ser questionada quanto minha parcialidade – Eu ouvira sua voz com a sintonia dos timbres, eu não ouvira as palavras conclusas, concisas. Só o timbre como as névoas do oceano. Lembrei-me das “Brumas de Avalon”- Minha carência profunda é mais a necessidade urgente de vida do que a realização de uma missão na terra, mais do que um fardo que se carrega no dia-a-dia. Ah, esses traços do “dia-a-dia” foram retirados? Então...a questão central é como você...

Tempo Humano

Agora. Agorinha, estava postando um depoimento para a Beth Show ! Lamentos... E me surgiu a ideia, talvez a resposta para mim mesma. Do Por quê, de tantas diferenças familiares. Descobri que me viciei no estilo de Vicent van Gogh, ainda na infância . Na era do Pós-impressionismo. Os Pintores Pós impressionista, pintavam alem do que viam, eles pintavam o que sentiam, libertando, assim, suas emoções . Agora me entendi, porque sou tão tola diante daqueles que não vêem alem do que seus olhos enxergam. Van Gogh escreveu: " Eu não quero pintar quadros, quero pintar a vida... Estou tão feliz por uma descoberta que está em mim... Eu não quero escrever algo, eu quero escrever a minha vida!